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domingo, 25 de abril de 2010




Atitude

“Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna, e são elas mesmas que testificam de mim.” (João 5.39.) A vida eterna a que Jesus se refere não é quantidade de vida, mas qualidade de vida, sem feridas ou traumas. O Senhor Jesus disse: “[...] eu vim para que tenham vida, e a tenham em abundância.” (João 10.10.) Eu quero “plantar” no seu coração algo e você nunca poderá esquecer desta verdade: não temos que caminhar por aquilo que sentimos, por aquilo que as pessoas dizem a nosso respeito, e nem dar ouvidos às mentiras de Satanás e seus demônios, mas única e exclusivamente sob a Palavra de Deus e do que ela diz a nosso respeito. Temos de estar convictos acerca da nossa identidade em Cristo Jesus. Uma coisa é termos a identidade e outra é assumirmos a posição que a identidade nos dá.

Todos conhecem a história do príncipe que virou mendigo. A identidade dele era a de príncipe, mas a posição dele era de mendigo. Isto quer dizer que a pessoa pode ter a identidade de príncipe e viver como mendigo. O que acontece? Ele não desfruta da sua identidade. São duas realidades completamente distintas, porque a simples identidade, por si só, não leva a pessoa a viver a posição. A mesma situação na história do filho pródigo (Lucas 15.11). Quando, digamos assim, o filho mais abusado volta e o pai celebra uma festa, há muita alegria, e quando o irmão mais velho, voltando do campo, ouve o som da música e percebe que alguma coisa está acontecendo, ele pergunta: “O quê está havendo?” E dizem para ele: “Teu irmão voltou”. Esse texto trata de identidade. O moço, a ouvir a resposta de que seu irmão voltara após tanto tempo fora de casa, ele fica do lado de fora e diz: “Aquele indigno voltou e meu pai está dando uma festa para ele? Eu não vou entrar”. E o filho volta para o pai e diz: “Meu pai, há tantos anos eu te sirvo e o senhor nunca me deu um cabritinho sequer para eu me alegrar com os meus amigos”. Ou seja, o moço tinha a identidade correta, mas a posição dele não era a posição de filho, mas de servo, de escravo, porque assim se via, mesmo sendo filho. Eis sua identidade de servo: “Há tantos anos eu te sirvo e o senhor nunca me deu um cabritinho sequer para eu me alegrar com os meus amigos”. O pai retruca, na intenção de reafirmar a identidade do filho: “Filho, tudo o que eu tenho é teu”.

Aquele moço tinha a identidade de filho, mas ele não desfrutava dessa posição e por isto vivia na casa e não via o pai como pai, mas como patrão, como um líder, como aquele que dava ordens. Ele não desfrutava da posição de filho. Pura falta de conhecimento. Naquele instante, o pai disse: “Meu filho, tudo o que eu tenho é teu”.

Para as feridas da alma, “a lei do Senhor é perfeita e restaura a alma” (Salmo 19.7). A primeira coisa que nós temos que guardar, imprimir em nossa alma, é exatamente o conhecimento sobre quem somos em Cristo. Quem eu sou em Cristo?

Declare que você é aceito pelo Pai e não um rejeitado. O Pai o aceitou não pelos méritos ou pelas virtudes que você possui, Ele o aceitou pela sua graça absoluta.









Que a doce e tão maravilhosa paz de Jesus Cristo envolva completamente seu coração!

Nós estamos vivendo um tempo tão glorioso. Em toda a Terra, Deus está derramando tantas bençãos. Temos recebido notícias de todo o mundo sobre a graça que Deus tem derramado.

No livro de Salmos 112:4 está escrito: "Ao justo nasce luz nas trevas. Ele é benigno, misericordioso e justo". A palavra descreve o justo, você pode se perguntar "mas a Bíblia diz que não há nenhum justo na Terra". É verdade, ninguém é justo pelo seu próprio mérito ou virtudes. Existem aqueles que são justificados mediante a fé, como está escrito em Romanos. Todos somos pecadores, mas quando convidamos Jesus para entrar na nossa vida, Ele nos declara justos. Então, podemos nos achegar a Deus sem nenhuma culpa.

Por isso, na palavra que lemos diz que " ao justo nasce luz nas trevas". Nascer a luz é trazer entendimento, sabedoria. Aquela pessoa que é justa, que escolhe viver segundo os princípios do Senhor, a luz nasce para ela. Ao se encontrar numa encruzilhada, decidir se casa ou não, se vai por um caminho ou por outro, esta pessoa não fica cega, mas busca entendimento em Deus, nasce a luz para ela. Assim foi com o apóstolo Paulo, ele encontrou-se com Jesus e depois da cegueira veio a luz e ele pôde compreender aquilo que o Senhor desejava.

Tudo na vida é uma questão de escolha. Você pode escolher não viver mais nas trevas. Se você aceitar Jesus, você terá o Espírito Santo que te guiará em todos os caminhos. Você terá a paz do Senhor que será o árbitro do seu coração. Se você não tiver a paz em suas escolhas, então não deverá seguir.

Você precisa deste entendimento. Talvez as trevas estejam cegando seus olhos, as decepções endureceram seu coração, mas saiba que Deus é benigno, misericordioso e justo e Ele pode envolver a sua vida. As misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos, a cada manhã Deus proclama a sua bondade nos dando a vida. As misericórdias do Senhor não tem fim. Hoje é a hora da luz nascer no seu coração para que as trevas possam ir embora e você veja o caminho do Senhor.

A vereda do justo é como a luz da aurora que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito. Assim deve ser o seu caminho. O dia perfeito é o meio-dia, quando não há sombra. Assim deve ser a sua vida, não ter área de sombra, de trevas, porque não foi para isso que Deus criou você. Desfrute desta promessa, você precisa tomar esta decisão.

Se você precisa de uma oração, ligue para nós. Estamos 24 horas a disposição p
ara que você conheça a realidade de Deus para você.

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