Adoramos a Deus quando Somos Agradecidos..

Faraó ordena que sejam mortos todos os meninos nascidos entre os israelitas em seu país.
Quando um menino nasce no lar de uma família israelita, ela o esconde durante três meses. Então, a mãe prepara um cesto que possa boiar na água, coloca seu bebê no cesto e este no rio.
Quando a filha de Faraó vai ao rio, vê o cestinho, manda tirá-lo da água e ao ver o bebê, decide conservá-lo com vida. Ela lhe dá o nome de Moisés.
A irmã do bebê, Miriã, aparece em cena e pergunta se a princesa quer alguém para cuidar do bebê para ela. Logo, é enviada a buscar alguém. Miriã chama a própria mãe, que leva o bebê Moisés para casa e o cria para a princesa. A família fica feliz por saber que o bebê Moisés está seguro. Toda a família agradece a Deus Sua proteção e cuidado.
Enriquecimento:
“A criança era ‘um menino formoso’ (Êxodo 2:2); e os pais, crendo que o tempo do libertamento de Israel se estava aproximando, e que Deus levantaria um libertador para Seu povo, resolveram que seu filhinho não fosse sacrificado. A fé em Deus fortalecia o seu coração, ‘e não temeram o mandamento do rei’. Hebreus 11:23.
“A mãe conseguiu esconder a criança durante três meses. Então, achando que não mais a poderia conservar sem perigo, preparou uma pequena arca de junco, tomando-a impermeável por meio de betume e piche; e, pondo nela a criança, colocou-a entre os juncos, à margem do rio. Não ousou ficar para vigiá-la, com receio de que a vida da criança e a sua própria vida se perdessem; mas sua irmã Miriã, deteve-se perto, aparentemente indiferente, mas observando ansiosa para ver o que seria de seu irmãozinho. E havia outros vigias. As orações fervorosas da mãe haviam confiado seu filho ao cuidado de Deus; e anjos, invisíveis, pairavam por sobre o seu humilde lugar de descanso. Os anjos encaminharam a filha de Faraó para ali. Sua curiosidade foi provocada pela pequena cesta, e, ao olhar para a linda criança que dentro estava, leu a história num relance. As lágrimas do bebê despertaram-lhe a compaixão, e suas simpatias se estenderam à mãe desconhecida que recorrera a tal meio para preservar a vida de seu precioso pequerrucho. Resolveu que ele deveria ser salvo; ela o adotaria como seu.” — Patriarcas e Profetas.
Nenhum comentário:
Postar um comentário